quinta-feira, 29 de maio de 2008

NA INTERNETE EU PESQUISO.


VIOLETA ARRAES DE ALENCAR GERVAISEAU

Nasceu na cidade de Araripe, Sul do Ceará, em 1926. Depois de cursar o ensino primário e secundário em Crato, foi, aos 14 anos, para o Rio de Janeiro, sob a orientação do irmão político, Miguel Arraes. Cursou o Clássico no Sacré-Coeur de Marie e no Colégio Santo Amaro. Conheceu o Padre Hélder Câmara, de quem se tornou muito próxima e foi colaboradora formal, como militante do Secretariado Nacional da Ação Católica.
Formada em Sociologia pela Pontifícia Universidade Católica (PUC) do Rio de Janeiro, Violeta Arraes tem uma vida marcada pela ação cultural e política. Estagiou um ano na França, no Centro Internacional de Economia e Humanismo, dirigido pelo Padre Lebret, onde conheceu seu marido, Pierre Maurice Gervaiseau, com quem se casou em Recife, em 1951.
De 1958 a 1964, residiu em Recife, onde foi uma das iniciadoras do Movimento de Cultura Popular, juntamente com Paulo Freire. Participou ainda dos movimentos de educação de base, ligada ao Cinema Novo e ao mundo artístico e literário. Nesse período, juntamente com Pierre Gervaiseau, Economista e cooperante francês na SUDENE, colaborou na ação política do Governador Miguel Arraes.
Testemunhou os acontecimentos que culminaram com a deposição e prisão do Governador Miguel Arraes, no dia 1º de abril de 1964. Presa, juntamente com seu marido, quando chegava ao Arcebispado para visitar D. Hélder Câmara, no seu primeiro dia de bispo de Recife e Olinda. Foi expulsa do País com sua família, quatro meses depois.
Na França, onde residiu a partir de 1964, cursou pós-graduação em psicologia e exerceu a função de psicoterapeuta, no serviço do renomado Dr. Widlocher.
Em 1979, ano da anistia, retornou ao Brasil. Foi convidada a trabalhar como adida ao Projeto França-Brasil, na Embaixada Brasileira em Paris. De 1984 a 1986, Violeta dedicou-se a elaborar e desenvolver o projeto, realizando vários eventos significativos, entre os quais merece ser destacada, a Exposição de Arte Popular Brasileira, no Museu de Arte Moderna, contando com hegemônica participação da arte nordestina.
Em 1988, em reconhecimento às suas intensas atividades, recebeu convite do Governador Tasso Jereissati para assumir a Secretaria de Cultura do Estado do Ceará. Desde a posse até o fim de sua gestão, Violeta Arraes desenvolveu um projeto que contemplou não apenas a realização de obras e eventos, mas, principalmente, a implementação de um programa cuja pedagogia e filosofia buscavam conscientizar toda a sociedade sobre o real e amplo conceito de cultura.
Sempre ao lado do marido, integrou um grupo de estudos, instituído na Universidade Regional do Cariri (URCA), que defendia o reconhecimento da Chapada do Araripe como área de proteção ambiental. Esta preocupação levou-a a contatos com a direção do Museu de História Natural de Paris, tendo assim a oportunidade de acompanhar o diretor do museu e renomado paleontologista Prof. Philipe Taquet e sua equipe, numa missão ao Laos.
Em 1997, assumiu mais um desafio, a Reitoria da Universidade Regional do Cariri. Com ela trouxe um novo projeto em mente, que procurou incansavelmente realizar, com coerência: a dinamização da cultura do sertão. Violeta Arraes ficou à frente da URCA, até início de 2003.

quarta-feira, 28 de maio de 2008

NA GIBITECA EU LI

PANO CRU.



Conta a História que Doarte é um artista plástico que perde sua grande paixão e vive sem criatividade para pintar seus quadros.
Norberto, um dos seus poucos amigos, sempre procura animar o amigo.Mas, ainda bem abatido ele não encontra força.
Norberto é músico e convida o Doarte para ver um show seu, pensando assim ele se descontrai mais. Doarte encontra uma mulher bem bonita e convida para ir para sua casa e lá termina assacinando-a.
Com tamanha ignorância, ele tem que dar um sumiço no corpo e quando o seu amigo Norberto aparece pede ajuda, mas seu amigo se nega e ele enforecido também acaba matando o mesmo.
Na verdade o Doarte além, de um artista plástico, ele e um grande assassino e por ai vai..........
Os desenhos dos quadrinhos e uma pintura no meu entendimento, já o roteiro e uma linguagem sem gíria.
DE.................. PEDRO BRITO..

NA DVDTECA EU ASSISTI


O ENCORAÇADO POTEMKIN.


Em 1905 , marinheiros de um navio do Czar rebelam-se contra a forma de tratamento de seus comandantes e assumem o controle do potmkin. A população de Odasso apoia a revolução.

O filme retrata a revolução de 1905 na Rússia, que pode ser considerado um movimento democrático, contra o autoritarismo do Czar.


ANO DE PRODUÇÃO: 1925

DIRETOR: SERGEI EISENSTEIN

quinta-feira, 22 de maio de 2008

NA GIBITECA EU LI




OS INIMIGOS NÃO MANDAM FLOFES



ROTEIRO: FERREIZ


ARTE: ALEXANDRE DE MAYO




OS INIMIGOS NÃO MANDAM FLORES,É MAIS UMA HISTÓRIA DA PERIFERIA DE SÃO PAULO EM SEU COTIDIANO. O ROTEIRISTA FERREZ EM ENTREVISTA NO INÍCIO DO GIBI , FALA DA IMPORTÂNCIA DA FORMAÇÃO DESDE A INFÂNCIA, QUE É LER E CONHECER LITERATURAS. LEU SUA PRIMEIRA RESVISTINHA AO EM CONTRÁ-LA EM UM BANCO DE UMA PRAÇA. DAI EM DIANTE ,LITERATURA FAZ PARTE DA SUA VIDA RESPIRA ,COME E BEBE A LITERATURA DIZ ELE NA ENTREVISTA.

A ARTE É DE ALEXANDRE, SEU TRAÇO É OBJETIVO E MOSTRA O RETRATO DA PERIFERIA ,DESDE A FIAÇÃO DOS POSTE, AO DETALHE DA MÃO BATENDO NO BIRÔ AS EXPRESSÕES FACIAIS, O SIGUARRRO FUMAÇANDO E MUITA SOMBRA.

ESTOU APRENDENDO A GOSTAR DAS LEITURAS DE GIDI DEVIDO A GIBITECA DA CASA GRANDE .

quarta-feira, 21 de maio de 2008

NA DVDTECA EU ASSISTI



CINEMA

DIRETOR, SERGIE EISENSTEIN

Revolucionário, professor, pensador de cinema, realizador,
Sergeie Mikhailovovich Eisenstein. E um dos nomes das linguagens das imagens em movimento,com seus 26 anos de idade fez "A GREVE" mostrando que a arte e politica podem andar juntas. Este filme fala sobre a revolução socialista e os movimentos grevista. É bem profundo, mas é com grande maestria que transforma as imagens e cenas em movimentos, usa trilhas sonoras fazendo com que tudo se tranforme em uma coisa só.Tudo são inesplicáveis.

FILMOGRAFIA - “A greve” (1924) - “O Encouraçado Potemkin” (1925) - “Outubro” (1927) - “A linha geral” (1929) - “Que viva México” (1931) - inacabado - “O prado de Bezhin” (1935) – inacabado - “Alexandre Nevski” (1938) - “Ivã, o Terrível” (1944/45) – em duas partes

sábado, 17 de maio de 2008

NA INTERNETE EU ASSESO

Commercial Audio

NA GIBITECA EU LI


UMA SAGA EM QUADRINHO DEZENHOS DE KLÉVISSON


LAMPIÃO

ERA O CARVALHO DO TEMPO ATRÁS DA BESTA DA VIDA.

GOSTEI DO JEITO DO DESENHO RETRATANDO O CANGAÇO , OS DESENHOS SÃO CARICATURA E A LIMGUAGEM HUMORÍSTICA. NÓS NORDESTINOS TEMOS FACILIDADE DE SE IDENTIFICAR RÁPIDO COM AS PALAVRAS POR AINDA SER CONSTANTE EM NOSSO DIA A DIA.
ASSISTINDO UMA PROGRAMAÇÃO NO CANAL FUTIURA ,VI UM DOCUMENTÁRIO QUE FALAVA DAS ULTIMAS HORAS DE LAMPIÃO NA TERRA. ERA MUITO PARECIDO COM COM A HISTORIA DO GIBI . VOU PROCURAR LER MAIS E ME APROFUNDAR PARA QUE POSSA SER MAIS TÉCNICO EM MINHAS OBSERVAÇÕES.



!!!!!!!!!!!!!